* PAZ, HARMONIA e AMOR *

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Viverei em Ti!



Percorro o meu passado,
na procura do que errei!
Muita coisa…
Não o posso desconhecer,
mas fico ciente
que logo ao amanhecer,
começarei um novo fim,
na busca da Luz
e viverei em Ti!

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Anjo de Portugal


O Anjo de Portugal é, até hoje, o único Anjo da Guarda de um país com culto público oficializado e foi o único Anjo da Guarda de uma nação que apareceu aos homens."
* * *

Somos um País privilegiado que muitas vezes nos esquecemos desses privilégios neste cantinho abençoado por Deus e que sempre foi chamado de Terra De Santa Maria
Notícia histórica
"A pedido do rei Dom Manuel e dos bispos portugueses, o Papa Leão X instituiu em 1504 a festa do «Anjo Custódio do Reino» cujo culto já era antigo em Portugal.
Oficializada a celebração tradicional, Dom Manuel expediu alvarás às Câmaras Municipais a determinar que essas festas em honra do nosso Anjo da Guarda fossem celebradas com a maior solenidade. Na festa do Anjo de Portugal deveriam participar as autoridades e instituições das cidades e vilas além de todo o povo.
Esta celebração manteve o seu esplendor durante os séculos XVI, XVII e XVIII em que Portugal também manteve o seu esplendor e decaiu no século XIX em que Portugal também decaiu.
Por determinação das Ordenações Manuelinas a festa do Anjo de Portugal era equiparada à festa do Corpo de Deus, já então a maior festa religiosa de Portugal, em que toda a nação afirma a sua Fé na presença real de Cristo na Eucaristia.
De acordo com o testemunho dos Pastorinhos de Fátima, em 1915 e 1916 o Anjo de Portugal apareceu por diversas vezes a anunciar as aparições de Nossa Senhora nesta sua Terra de Santa Maria e deu aos Pastorinhos a comunhão com o «preciosíssimo corpo, sangue, alma e divindade de Jesus Cristo» como ele próprio declarou.
O culto do Anjo de Portugal teve o seu maior brilho nas cidades de Braga, Coimbra e Évora, e manteve-se na diocese de Braga onde se celebrava a 9 de Julho.
No tempo de Pio XII a festa do Anjo de Portugal foi restaurada para todo o País e transladada para o dia 10 de Junho a fim de que o Dia de Portugal fosse também o Dia do Anjo de Portugal.
Da generalizada devoção ao Anjo de Portugal dão fé muitas representações, sendo especialmente notáveis as imagens do mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e da charola do convento de Cristo, em Tomar, a pintura da Misericórdia de Évora e a iluminura do «Livro de Horas de Dom Manuel».
Vinde, Anjo de Portugal, livrar a Pátria e os portugueses de todo o mal.


Texto recebido da minha Amiga Aurora Rich

quinta-feira, 14 de abril de 2011

sábado, 18 de setembro de 2010

Crianças em mim!


Meu anjo
seres criança
é um raio de esperança
Que guardo em mim!

Seres criança
e o meu anjo
no meu corpo e alma!

Seres criança
e teres amor por mim
me deixa sem jeito
me deixa
eternamente em ti!

José Manuel Brazão

Vejo nas crianças pétalas de amor duma flor especial VIDA.
Com isto renasce em mim a esperança e já com saudades do futuro.


A todas as crianças da minha Vida; em especial aos meus Netos e ainda Evinha, Belinha, Léo e Rafa!



domingo, 1 de agosto de 2010

Perdas


Não há nada que resolva mais
o carácter, do que lidar com as
perdas para enxergarmos a mudança
que isso nos traz.

Quando se perde um filho, um casamento,
um emprego, um familiar, a nossa reputação,
as finanças,etc.

Ficamos apenas com duas saídas:
Aceitamos ou somos destruídos;
Ficamos cabisbaixos ou lutamos.

O que outrora era, deixa de o ser,
ficamos ali perdidos, cabisbaixos
entre o passado que conhecemos
e teimamos em lembrar, e o futuro
que desconhecemos e não queremos aceitar.

Sem uma bússola a indicar-nos o norte,
quando nos deparamos com o desconhecido,
somos esmagados por pensamentos, que nos
assaltam a todo o instante.

A percepção diz-nos que se crermos,
e formos diligentes neste processo
de cura podemos transformar
todo o final num novo começo.

Em todo o trajecto, que percorremos
no meio da dor, da confusão que vivemos
pela falta do que perdemos, temos algo
a fazer, entre o que queremos deixar
para traz e aquilo que corremos a abraçar.

A perda, deixa o coração destroçado,
a angústia extravasa, precisamos senti-la
para nos libertar-mos.

Palavras proibidas são:
Não te devias sentir assim,
onde está a tua fé?

Essas palavras endurecem o coração.

O conselho não deve ser demasiado
religioso. Ele está desfasado da realidade,
pois não vem de Deus.

Ele não nos pede jamais que sejamos hiper
ou super espirituais que simplesmente
negamos a nossa dor e finjamos que não
estamos a sofrer.

Ele dá-nos o tempo suficiente, para
extravasarmos a nossa dor, quer quando
gritamos soluçamos, gememos ou choramos.

Precisamos de tempo para nos recompor
para que possamos gerir, sentir e lidar
com a dor da ou das perdas...

As lágrimas fazem parte do processo da cura
precisamos aprender a libertar-nos da dor,
crescer com ela e depois dar-lhe asas
para voar rumo à aceitação,
libertando-nos.

Alice Barros

quarta-feira, 28 de julho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Aprender a ser


Quando retiramos da nossa vida o trabalho, a família, os amigos, os bens materiais, o que eu queria ser e não fui, e o que eu ainda quero ser e luto por isso… Quando retiramos todos estes focos da nossa vida, o que é que fica?

Se hoje deixasses de te preocupar em cuidar dos outros, sejam eles parentes, amigos ou superiores hierárquicos, para onde iria a tua consciência? Para onde iria a tua convicção? Se hoje não tivesses absolutamente nada que te preocupasse, nem dinheiro, nem metas ou objectivos, o que restaria?

Restaria a tua luz interior. Restaria a tua essência, a tua vibração profunda. Essa vibração do teu Eu seria mais forte ou mais fraca consoante as vezes em que te tivesses despojado de tudo e das vezes em que já tivesses lá ido. A força dessa vibração iria depender do número de coisas com as quais te dispersas e da quantidade de coisas que – às vezes sem importância nenhuma – arranjas para fazer.

Essa vibração está à tua espera para salvar a tua vida e levar-te ao teu propósito. Essa vibração tem de ser acarinhada, alimentada e instruída para que brilhe de forma sistemática e inequívoca, de modo a dar consistência a esta encarnação. Tudo o que possas fazer, que não seja dar luz à tua luz, não procede e não resulta.

Primeiro que tudo, primeiro que os outros, primeiro que tudo o que tens a fazer, primeiro até que a tua sobrevivência, está a tua luz. Estás tu. Depois tudo virá, de uma maneira abrangente e apaixonante, sob o signo da abundância. Aprende a fazer brilhar a tua luz. Aprende isso, e serás iniciado.

Alexandra Solnado